O Ipanema 203 estará em exposição durante o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil 2026, que começa amanhã (18 de agosto) e se estende até quinta-feira (20 de agosto), no Condomínio Aeronáutico Liberty, em Goianápolis/GO. Inclusive, está previsto um voo de demonstração para operadores, produtores rurais e demais participantes do evento.
Ao completar mais de duas décadas de operação movida 100% a etanol, a aeronave consolida sua posição como referência em eficiência operacional e sustentabilidade para o agronegócio brasileiro. “Estamos honrados em participar mais uma vez do Congresso da Aviação Agrícola do Brasil, promovido pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag). Esta é uma oportunidade importante para apresentar soluções que contribuem para aumentar a eficiência das operações agrícolas, combinando produtividade, segurança e menor custo operacional”, afirma o líder da Aviação Agrícola da Embraer, Sany Onofre.
FUTURO
A Embraer também estará presente na discussão com representantes da cadeia produtiva sobre os desafios e as oportunidades da aviação agrícola no Brasil — uma abordagem que inclui o papel da tecnologia na ampliação da produtividade, da eficiência, da sustentabilidade no campo e da segurança operacional. Sany Onofre participará do painel “O Futuro da aviação agrícola no Brasil: Agenda 2037”, quinta-feira, às 10 horas, no Palco 1.
Com mais de 1.700 aeronaves entregues, o Ipanema responde por 51% da frota aeroagrícola brasileira, com 1.456 aviões em operação, conforme a Análise da Frota Aeroagrícola Brasileira de Aviões e Helicópteros e Aviões Agrícolas Autônomos 2025. Dados apontam que o modelo pode pulverizar mais de 200 hectares por hora, desempenho equivalente ao de quatro grandes pulverizadores terrestres trabalhando simultaneamente.
A aplicação aérea tem se destacado por reduzir as perdas causadas pelo amassamento da lavoura e por ajudar a evitar a disseminação de pragas associadas ao trânsito de equipamentos no campo. Com isso, a tecnologia pode contribuir para ganhos de produtividade de até 15 sacas por hectare, dependendo da cultura e das condições de operação.






