Depois do sucesso em Goiás, o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (Congresso AvAg) será em São Paulo para as comemorações dos 80 anos do primeiro voo agrícola no Brasil, que serão completados em 19 de agosto de 2027. O encontro, pela primeira vez, ocorrerá em uma empresa do setor – a Tangará Aeroagrícola, que fica em Orlândia/SP. O anúncio ocorreu durante o Café com as Associadas, no último dia do evento, que se estendeu de 18 a 20 de agosto, no Condomínio Aeronáutico Liberty, em Goianápolis.
Na ocasião, o diretor operacional do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Cláudio Júnior Oliveira, apresentou um balanço preliminar da edição 2026. Ele destacou que, mesmo diante de um cenário econômico considerado difícil, o evento surpreendeu pela movimentação no espaço de 18 mil metros quadrados, ocupados pela mostra tecnológica, que reuniu pelo menos 200 marcas, e pela agenda especial que uniu tecnologia, qualificação e debates sobre o futuro do setor.
O número de visitantes chegou a 4.654 pessoas, provenientes de 23 Estados brasileiros e de 12 países. Um público qualificado que abrangeu empresários aeroagrícolas, pilotos, agrônomos e outros profissionais do segmento, além de lideranças, representantes de órgãos governamentais, entidades de classe, pesquisadores, estudantes e entusiastas.
“O Congresso 2026 foi para celebrar resultados, superar expectativas e, sobretudo, olhar para o futuro”, comenta a coordenadora do evento, Janete Lima. E a gestora aproveitou para destacar a força da história que vem sendo construída há décadas.
Veja os números
23 Estados (faltou apenas Acre, Amapá e Roraima)
12 países (Argélia, Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, China, Costa Rica, Estados Unidos da América, México, Paraguai e Uruguai)
509 pilotos
311 estudantes
346 engenheiros
83 empresas associadas Sindag
4.654 inscritos
200 marcas

Foto: Sindag/Divulgação
Os desafios do setor estiveram na pauta dos três dias de programação
Os três dias da programação do Congresso AvAg refletiram a amplitude das transformações enfrentadas pelo setor. Houve discussões sobre deriva e qualidade das aplicações, manutenção de motores, perspectivas de fabricantes, liderança e gestão de pessoas, cenário internacional, crédito de carbono, desafios jurídicos e reforma tributária. Esta última mobilizou também atendimento específico aos empresários e dirigentes das associadas do Sindag, com orientações sobre impactos para as empresas e esclarecimento de dúvidas dos operadores.
Além dos auditórios, o Senar e o Senai ofereceram cursos, oficinas e capacitações em seus espaços. A edição teve ainda reuniões de entidades, atividades voltadas às mulheres da aviação agrícola, encontros com associados e atendimentos técnicos e institucionais.
No céu, o público acompanhou demonstrações de aviões e (pela primeira vez no evento) helicóptero agrícolas simularam operações de campo. Além de apresentações de acrobacia aéreas. Na área de exposição, fabricantes de aeronaves, motores, equipamentos de aplicação, componentes, sistemas de navegação e softwares dividiram espaço com empresas de serviços, seguradoras, oficinas e outros fornecedores da cadeia aeroagrícola.

Foto: Castor Becker Júnior/C5 NewsPress
Visibilidade
Outro termômetro da dimensão alcançada pelo Congresso Avag foi a presença maciça da imprensa. Veículos locais, nacionais e internacionais acompanharam a feira, os debates, as demonstrações e os anúncios feitos durante os três dias de movimentação. Isso ampliou a visibilidade não apenas das novidades comerciais, mas também de temas como segurança, sustentabilidade, inovação, qualificação e regulamentação.
Segundo a presidente do Sindag, Hoana Almeida Santos, mais do que um ponto de encontro para fazer negócios e trocar experiências, a movimentação reforçou a importância do encontro aeroagrícola brasileiro para articulação em defesa e desenvolvimento do setor. Também serviu como um termômetro para avaliar os rumos do segmento tanto no País como no cenário internacional.
Preparativos para edição de 2027 já começaram
A grande comemoração dos 80 anos da aviação agrícola será de 17 a 19 de agosto do próximo ano em Orlândia/SP, distante 366 km da capital paulista e aproximadamente 56 km de Ribeirão Preto/SP, onde fica o aeroporto mais próximo. Desta vez, a estrutura que neste ano ocupou o Condomínio Aeronáutico Liberty será montada na base da Tangará Aeroagrícola. A escolha foi apresentada como parte da proposta de levar a celebração para dentro do ambiente de uma empresa que vive o dia a dia da atividade.
Os diretores da Tangará, o ex-presidente do Sindag Thiago Magalhães Silva, sua irmã, Bruna, e o pai, Carlito Silva, foram chamados à frente durante o anúncio do local do evento de 2027. A presidente do Sindag, Hoana Almeida Santos, destacou que a trajetória dos 80 anos foi construída por pessoas e famílias.
Para Thiago Silva, a realização do evento em uma base aeroagrícola também reforça a transparência do setor. “Autoridades, imprensa e convidados não conhecem a aviação agrícola e terão a chance de ver de perto como uma empresa do segmento funciona e tudo o que é feito para garantir a segurança e eficiência das operações”, afirmou o empresário.
O Congresso 2027 já começou a ser preparado. Inclusive, o Sindag já abriu o mapa de estandes para a nova estrutura, incentivando os parceiros a garantirem antecipadamente seu espaço para a edição 2027. Com a procura bem acima das expectativas: mais de 80% dos espaços disponibilizados nesta leva foram reservados em poucas horas ainda na última semana de agosto.
Mérito Aviação Agrícola foi para Júlio Kämpf e Néstor Santos
A já tradicional Medalha Mérito da Aviação Agrícola neste ano foi para o presidente do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag), Júlio Augusto Kämpf, e para o secretário da Associação Nacional de Empresas Privadas Aeroagrícolas do Uruguai (Anepa), o uruguaio Néstor Santos. A distinção foi entregue no Almoço dos Associados, no dia 19 de agosto, promovido pelo Sindag, durante o Congresso AvAg 2026.
Piloto e empresário aeroagrícola gaúcho, Kämpf recebeu a honraria das mãos da dirigente do Sindag, Hoana Almeida Santos. “Sempre é muito bom ser lembrado. Saber que estamos fazendo um bom trabalho”, disse o homenageado, que tem participado da vida institucional desde 1997, sendo eleito presidente do Sindicato por três mandatos – 2007/2009, 2009/2011 e 2017 a 2019.
Ao longo desse percurso, inclusive fora da presidência do Conselho de Administração da entidade setorial, Kämpf esteve diretamente ligado ao fortalecimento da representação institucional do setor. Para isso, acredita nas iniciativas voltadas à qualificação profissional, sustentabilidade, pesquisa e aproximação da aviação agrícola com universidades, órgãos públicos e outras entidades do agronegócio. Trabalho que segue desenvolvendo hoje na segunda gestão à frente do Ibravag.
Kämpf relembra que atua em favor da aviação agrícola há mais de 30 anos e se sente honrado com a medalha. “Foi uma opção minha trabalhar pela aviação e devolver tudo aquilo que eu venho recebendo dela. Todo mundo que trabalha gosta de ter esse retorno, de ser reconhecido”, comenta Kämpf.
Já o outro homenageado de 2026 é Néstor Santos, uma das lideranças ligadas à articulação aeroagrícola no Mercosul e na América Latina. O secretário da Anepa como não pôde viajar ao Brasil para receber a homenagem, sua medalha será enviada ao Uruguai.

Foto: Sindag/Divulgação
Saiba mais
A Medalha Mérito da Aviação Agrícola foi criada em 2017 para referendar personalidades que deram contribuições decisivas para a evolução e a sustentabilidade da aviação agrícola brasileira e mundial.
A homenagem chega neste ano a 18 agraciados.
O Almoço dos Associados teve, nesta edição, patrocínio da Zanoni Equipamentos e da Turbine Conversions.
Brasil e Uruguai têm ligação histórica
Empresário e piloto de longa trajetória, Santos fundou em 1983 a Progreso Aeroservicios, que começou trabalhando na publicidade aérea, depois ampliou suas operações. Hoje, tem na aviação agrícola uma de suas principais áreas de atuação. A presença de Santos entre os agraciados reforça também uma ligação histórica entre os setores aeroagrícolas do Brasil e do Uruguai. Há décadas, os dois países compartilham debates sobre tecnologia de aplicação, segurança operacional, formação profissional e representação da atividade no Mercosul.
Curso de Atualização de Pilotos Agrícolas forma primeira turma 100% online
A primeira turma online do Curso de Atualização de Pilotos Agrícolas promovido pelo Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag) foi um sucesso, com 215 inscritos de todo o País. A formatura dos alunos que obtiveram pelo menos 75% de frequência nas dez aulas ocorreu no primeiro dia do Congresso AvAg (18 de agosto). Os 22 pilotos presentes no Condomínio Aeronáutico Liberty, em Goianápolis/GO, receberam seus certificados de conclusão das mãos do presidente do Conselho Administrativo da entidade setorial, Júlio Augusto Kämpf.
“O novo formato online mostrou-se acertado pelo grande número de inscritos e nos ajuda a atingir a nossa meta de chegar a todos os cerca de 2.500 pilotos agrícolas do Brasil”, comemorou Kämpf.
Segundo ele, o formato a distância tornou o conteúdo acessível a um número maior de profissionais, avaliando que, pela dimensão territorial do Brasil, o modelo presencial acabava limitando a participação.
Na abertura da cerimônia, o dirigente também apresentou os projetos do Ibravag, alicerçados em educação, comunicação, conhecimento e pesquisa. A meta é ajudar a projetar o setor aeroagrícola de forma positiva para a sociedade. “Para isso, trabalhamos com esses pilares porque entendemos que eles são importantes para a prática e a imagem da aviação agrícola. Por meio deles, realizamos os cursos, divulgamos o que vem sendo feito e firmamos convênios com as instituições de ensino superior”, explica o dirigente.
Conteúdo
No total, foram 24 horas-aula divididas em dez encontros, sempre às quintas-feiras à noite, com instrutores que são referência no meio da aviação agrícola. “O alto número de inscritos e o corpo docente tão qualificado são provas de que o trabalho sério que fazemos na entidade está sendo reconhecido. O Instituto vem demonstrando sua importância e credibilidade, e isso motivou profissionais renomados a apoiarem nosso projeto”, pontuou Kämpf.
O engenheiro-agrônomo Marcelo Drescher, especialista em Ergonomia e consultor internacional na área, que ministrou as aulas Novas tecnologias aplicadas à aviação agrícola e Segurança de voo, falou em nome do corpo docente. Ele destacou que o trabalho do professor só acontece se há interessados em aprender. “O bom mestre se mede pela participação dos alunos. De nada adianta ter bons instrutores se não há quem queira aprender, se atualizar”, comentou Drescher, enfatizando a dedicação dos pilotos.
Avaliação
Para os empresários Nelci Arenhart e Silvia Figueredo, sócios da Arenhart Aviação Agrícola, o curso foi excelente e superou as expectativas ao abordar aspectos que vão além da parte operacional. “A inclusão de temas como comportamento, entre outros assuntos pertinentes ao dia a dia do profissional, agrega muito valor à formação do piloto agrícola”, reforçou Silvia. Ela lembrou que o número de inscritos foi expressivo e que, embora nem todos pudessem participar das aulas ao vivo às quintas-feiras, a disponibilidade das gravações durante todo o mês de setembro garante o acesso ao conteúdo por todos.
Para Arenhart, que também é piloto agrícola, o formato EaD é uma ferramenta fundamental nos dias de hoje, permitindo flexibilidade diante da agenda restrita dos profissionais da aviação agrícola. “A possibilidade de rever as aulas gravadas foi um diferencial importante. Sugiro, inclusive, que realizem pesquisas para desenvolver novos cursos que atendam às necessidades da nossa atividade. Nós, com certeza, iremos participar”, sinalizou o empresário.

Foto: Acervo
Após as falas, foi feita a entrega dos certificados aos presentes e houve uma breve confraternização. Os que não estavam no evento receberão seu comprovante de conclusão do curso pelo correio.

Foto: Divulgação

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Dois trabalhos dividiram o primeiro lugar no Congresso Científico 2026
Pela primeira vez desde sua criação, em 2019, o Congresso Científico teve duas pesquisas empatadas em primeiro lugar. O resultado, divulgado pelo Sindag em 28 de agosto, colocou no topo estudos sobre miniatomizadores rotativos e uso de drones na lavoura de cana-de-açúcar. Com recorde de participação, a edição deste ano registrou 26 trabalhos inscritos, oriundos de nove Estados e do Distrito Federal, apresentados no dia 19 do mesmo mês durante o Congresso AvAg.
Um dos trabalhos vencedores foi “Avaliação de um novo miniatomizador rotativo para aplicações aéreas”, de autoria de João Paulo de Amorim Oliveira, Márcio Luiz Moura Santos, Fernando Kassis Carvalho, Larissa Gabriela Portiliotti de Paula, Mariane Tavares Vieira, Gleica Graviel Silva, Alisson Augusto Barbieri Mota, Rodolfo Glauber Chechetto, Ulisses Rocha Antuniassi e Lucas Zanoni. Pesquisadores que atuam na AgroEfetiva, na Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp e na Zanoni Equipamentos.
O estudo analisou o desempenho e o espectro de gotas gerado por diferentes regulagens do aparelho fabricado pela Zanoni. Os autores concluíram que o equipamento é promissor para o mercado e, por apresentar menor arrasto, garante maior eficiência ao trabalhar com amplitudes variadas de tamanho de gotas.
Dividindo a liderança, o estudo “Drones agrícolas como ferramenta para aplicação de inibidores de florescimento em cana-de-açúcar” foi desenvolvido por Lucas Rafael de Marco, João Paulo Arantes Rodrigues da Cunha e Cleyton Batista de Alvarenga, pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A pesquisa avaliou o uso de aeronaves remotamente pilotadas no manejo canavieiro. Segundo Cunha, os resultados comprovaram a viabilidade técnica e a segurança da tecnologia, que ofereceu boa qualidade de aplicação sem causar fitotoxicidade, além de contribuir para ganhos de produtividade e Açúcar Total Recuperável (ATR).
O segundo lugar ficou com “Desenvolvimento de adjuvante redutor de deriva para aplicações aéreas”, assinado por Fernando Kassis Carvalho, Alisson Augusto Barbieri Mota, Rodolfo Glauber Chechetto, Ulisses Rocha Antuniassi e Mateus Gimenez Carvalho, representantes da AgroEfetiva e da FCA/Unesp.
A terceira colocação foi obtida pelo trabalho “Estudo comparativo entre aplicações de fungicidas por via terrestre e com drone em arroz irrigado”, conduzido por Eugênio Passos Schröder, Viviane Gonçalves Burkert, Vitor Zambrano, Clair Teixeira de Souza e Adriano Silva, com liderança de pesquisadores da Schröder Consultoria Agro.
Por fim, o prêmio Destaque Inovação foi concedido ao trabalho “Comparação entre atomizadores e bicos hidráulicos na uniformidade de distribuição e deposição de gotas em aplicação aérea agrícola”, assinado por Daiani Brandler, André Augusto Pazinato da Silva, Eli Diones Rodrigues de Araújo e Mário Augusto Capacchi — profissionais ligados à Aerodinâmica Aviação Agrícola, de Erechim (RS).
Seis livros participaram da tradicional Tarde de Autógrafos
A diversidade marcou a Tarde de Autógrafos do Congresso da Aviação Agrícola 2026, realizada no segundo dia do evento (20/08). Seis publicações dividiram o espaço no Estande do Sindag/Ibravag. Obras técnicas sobre infraestrutura, legislação e governança, histórias bem-humoradas de bastidores das operações e autoconhecimento fizeram parte do momento voltado aos livros.

Foto: Divulgação
Voando na Banana – Mergulhando nas profundezas do Vale – Técnica ou Loucura

O piloto agrícola aposentado Francisco de Moura Pereira registrou em livro, de maneira bem-humorada, as belezas e os desafios da atividade nas cabines das aeronaves ou nos alojamentos das fazendas, tendo como pano de fundo uma das regiões mais tradicionais da bananicultura nacional: a faixa que se estende de Cajati a Itanhaém, no Estado de São Paulo. Com a obra, ele convida o leitor a embarcar na cabine e vivenciar de perto a rotina, a camaradagem, a coragem e o humor daqueles que fazem da aviação agrícola a sua vida.
Governança na Aviação – Fundamentos, Riscos e Sustentabilidade

Assinado por Georges de Moura Ferreira e Reinaldo Moreira Del Fiaco, o livro nasceu da experiência prática, da pesquisa acadêmica e da convicção de que a governança não é apenas uma ferramenta administrativa, mas um sistema de tomada de decisão capaz de fortalecer organizações em cenários cada vez mais complexos. “É um dos principais pilares para tornar a aviação mais segura, eficiente, resiliente e preparada para os desafios do futuro”, pontua Ferreira.
Infraestrutura Aeroportuária na Aviação Agrícola: Planejamento, Operação, Legislação e Sustentabilidade

A obra apresenta uma visão integrada sobre planejamento, implantação, regularização, operação e evolução dos aeródromos agrícolas, reunindo conhecimentos de engenharia, legislação aeronáutica, segurança operacional e sustentabilidade ambiental. “Mais do que uma pista de pouso e decolagem, o aeródromo agrícola deve ser reconhecido como uma infraestrutura estratégica para o agronegócio”, comenta Cléria Regina Mossmann. Além dela, assinam a obra Agadir Jhonatan Mossmann, Leticia Ouema Albino Sanomia, Natalia Akemi Ohara Lang e Ana Carolina P. Kalife, tendo como coautoras Célia Maria do Nascimento, Anna Flavia Carvalheiro e Maíra Freire. Uma publicação da Albino Kalife Engenharia e Soluções Agrícolas, empresa do Mossmann Group.
Manual do Direito Aeronáutico

Com organização de Alessandro Magno Azzi Laender e Luiz Gustavo Thadeo Braga, o livro é uma coletânea de trabalhos de seis autores. Além dos organizadores, assinam os textos Ricardo Vollbrecht, Hugo Alves Ramos, Marcial Sá e Paulo Henrique Stahlberg Natal. A obra já havia sido lançada no ano passado, mas, na edição atual, passa a contar com um capítulo específico sobre o marco legal da aviação agrícola no Brasil, escrito pelo consultor jurídico do Sindag e do Ibravag, Ricardo Vollbrecht.
Desconforte-se

O livro de Cláudio Júnior Oliveira, diretor operacional do Sindag, faz um convite à ação. A obra reúne histórias reais do autor e de grandes líderes mundiais para provar que, em um mundo que valoriza a estabilidade e a zona de conforto, o desconforto não necessariamente é um problema. “Ao longo do livro mostro que os momentos mais desafiadores da vida são, na verdade, oportunidades disfarçadas de transformação — aqueles instantes em que somos pressionados a evoluir, decidir e agir”, comenta Oliveira.
De 24 horas até 365 dias para mudar sua atitude

Há alguns anos, o diretor-executivo do Sindag e do Ibravag, Gabriel Colle, e sua esposa, Graciela Oliveira Roth Colle, dedicam-se a escrever, semanalmente, artigos que refletem o dia a dia das pessoas e das empresas, com o objetivo de estimular a reflexão sobre alguns temas voltados à qualidade de vida. “As pessoas vivem no piloto automático. Por meio deste livro, convidamos as pessoas a pensar e agir. Fazer a diferença na sua vida, na vida das pessoas e no mundo”, explica Colle.






