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Medalhas para Deodoro Ribas e Carlos Heitor Belleza

Mérito Aviação Agrícola este ano irá postumamente para o mestre que ajudou a formar uma legião de pilotos e, presencialmente, para o ex-presidente e ex-diretor do Sindag

Publicado em: 18/07/23, 
às 14:25
, por IBRAVAG

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Tradicionalmente um dos pontos altos do Congresso AvAg, dentro do jantar da Aviação Agrícola, a entrega da Medalha Mérito da Aviação Agrícola ocorrerá na primeira noite do evento – na Arena Multiúso. Este ano, as medalhas número 10 e 11 homenagearão o piloto e instrutor Deodoro Ribas (in memoriam) e o ex-presidente do Sindag Carlos Heitor de Oliveira Belleza. O jantar está marcado para começar às 19 horas.

Mestre de uma legião de pilotos agrícolas, dos quais muitos se tornaram também empresários do setor, o piloto e instrutor Deodoro Ribas (nascido em outubro de 1927) foi um dos pioneiros da aviação agrícola brasileira. Voando tanto aviões quanto helicópteros, Ribas era o portador do brevê número 007 para asas rotativas no Brasil. E atuou no trato de lavouras durante muito tempo no Rio Grande do Sul (especialmente em lavouras de arroz) e em Goiás (principalmente em algodão).

Ribas se notabilizou como instrutor na Fazenda Ipanema – mantida pelo Ministério da Agricultura em uma área em Sorocaba (hoje Iperó, no interior paulista) e que funcionou como uma verdadeira academia aeroagrícola até 1992. Tanto que, quase 25 anos após seu falecimento, ele é lembrado com carinho pelos que passaram pela instituição. Como atestam as homenagens feitas com seu nome no avião histórico exposto no Congresso AvAg de 2022 e na entrevista do piloto Ricardo Morandini (filho de Márcio Morandini, o Jacaré) que pode ser conferida no QR Code nesta página.  

APROXIMAÇÃO

BELLEZA: ex-dirigente do Sindag buscou a aproximação com órgãos reguladores para tornar mais racional o regramento do setor

O empresário aeroagrícola  gaúcho Carlos Heitor de Oliveira Belleza, o Catô, 70 anos, presidiu o Sindag por três mandatos, entre 1999 e 2005. O foco de sua gestão foi a aproximação do sindicato aeroagrícola com o poder público, especialmente as entidades reguladoras. Isso com o objetivo de dar racionalidade ao regramento do setor, mostrando às autoridades as peculiaridades das atividades aeroagrícolas e, ao mesmo tempo, a segurança da tecnologia em campo.

Ele ainda integrou a diretoria da entidade até 2011 e esteve envolvido, nos anos 2000, no projeto do Sindag em transformar a antiga Fazenda Ipanema em um centro de pesquisas e aperfeiçoamento da aviação agrícola brasileira. A iniciativa tinha o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), mas acabou esbarrando em questões políticas e burocráticas.

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